Aula 16

Dia 19 de novembro

Harun Farocki – Catálogo Cinemateca
Still Life – 1997
http://www.vdb.org/titles/still-life

No youtube em russo!

Sobre Entre Duas Guerras

Excerto de Entre Duas Guerras – 1977

Excerto de Imagens do Mundo – 1989


Imagens do Mundo

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Aula 15

12 de novembro
O cinema de Harun Farocki

Harun Farocki
O Fogo que não se apaga – 1968

O filme O fogo que não se apaga mostra a produção de napalm para uso pelos militares dos EUA no Vietnã.  A contundente lição política do filme começa de uma forma chocante. Sentado atrás de uma mesa, Farocki lê uma declaração de um indivíduo vietnamita descrevendo a experiência de ser queimado por napalm. Ciente de que o espectador pode sempre fechar os olhos e bloquear imagens perturbadoras de sua consciência, Farocki tenta transmitir a dor  da vítima, deslocando o cinema para um tipo de arte performática. De repente, ele puxa a manga da camisa e queima o braço com um cigarro aceso, afirmando: “O cigarro queima a 400 ‘C. Napalm queimaduras em 3000″ C. “Napalm instantaneamente destrói a pele humana e dissolve a carne até o osso. Farocki conclui, “Quando o napalm está queimando é tarde demais para extingui-lo. O Napalm tem de ser protestado, onde é produzido –  nas fábricas.” O resto do filme, portanto, ocorre no ponto de produção da arma, um simulado de uma planta Dow Chemical , onde os atores desempenham os papéis de cientistas sociais que estão dispostos a comprometer suas habilidades para fazer do napalm verdadeiramente um “fogo inextinguível”. Em um ponto, os funcionários da corporação sentam e assistem uma reportagem sobre a guerra, enquanto reclamam do tédio. Os comentários de filmes sobre a organização do processo de produção que permite aos indivíduos ser tão indiferentes às conseqüências mortais de suas próprias ações: “Por causa da divisão do trabalho que se intensificou, muitos técnicos e cientistas já não podem reconhecer a contribuição que fizeram para armas de destruição. Em relação aos crimes no Vietnã, eles se sentem como observadores. “No entanto, o filme conclui que como a fabricação depende de trabalhadores, engenheiros,  estudantes e de vários agentes que podem resistir a produção de armas destrutivas e trabalhar  para beneficiar a humanidade.

Trabalhadores saindo da fábrica

Deep Play – 2007

Jogos de Guerra e Imersão – 2010

Serious Games – 2011

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aula 14

dia 5 de novembro

Continuação da leitura do texto de Jean-Louis Baudry – Efeitos ideológicos produzidos pelo Aparelho de Base  – 71179871-Cinema-Efeitos-ideologicos-produzidos-pelo-aparelho-de-base em Experiência do Cinema. 

Documentário Secret Knowledge de David Hockney

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Aula 13

Dia 29 de outubro

Qual será o seu projeto?

Discussão sobre o Dispositivo:
Texto do Agamben
Jean-Louis Baudry – Efeitos ideológicos produzidos pelo Aparelho de Base  – 71179871-Cinema-Efeitos-ideologicos-produzidos-pelo-aparelho-de-base em Experiência do Cinema. Org. Ismail Xavier. Graal, São Paulo: 199??
Sobre texto de Baudry, ler André Parente “Cinema em Trânsito: Do dispositivo do cinema ao cinema do dispositivo” em Estéticas do Digital. Cinema e Tecnologia. Org. Manuela Penafria e ïndia Mara Martins. Livrso LAbcom, Covilhã: 2007.
Ver aula: http://www.slideshare.net/cristianofigueira/baudry-e-o-aparelho-cinematogrfico  –

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Aula 12

1. resgate da visita: William kentridge e relatório avaliativo.

2. Avaliação 2: apresentação de artistas

3. Tema da aula: Cinemas expandidos

textos:
Expanded Cinema de Gene Youngblood
Expanded Cinema, Video and virtual environenments. de Peter Weibel

1. Avant-garde Cinema
2. Experimentos materiais/

/  de Peter Kulbelka – 1957

3. Telas múltiplas: John Cage – HPSCHD

– 1969: projetado em 48 telas – janelas

4. Experimentos Narrativos: em telas mútiplas : pequenso filmes repetidos, recombinados etc (Mike Figgis – 2000)

5. Tempo e espaço – Douglas Gordon –

– 1993

6. Experimentos sociais e sexuais
7. Experimentos sonoros
8. Evolução da Linguagem das Novas Mídias: Sam Taylor-Wood –

– 2002

9. Múltiplas telas, múltiplos monitores : Shirin Neshat –

– 1998
!0. Found Footage – Doug Aitken –

http://www.youtube.com/watch?v=qTW_UZHNdgo – 2012

11. Filme de computador
12. Narrativas rizomáticas

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Aula 11

Dia 11 de Outubro
Na pinacoteca (Quem for e quiser certificado, por favor, envie um email: janedealmeida@gmail.com)

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Aula 10

Dia 8 de outubro

VISITA À PINACOTECA: Encontro às 15 horas, no café da Pinacoteca. DIA 11 – Sexta-feira
TEXTO PDF

Entrevista com Kentridge no Estadão: 

A Recusa do Tempo, principal trabalho da mostra, pode ser considerado uma espécie de síntese da sua produção?
Eu trabalho muito com o teatro e a música tem uma forte centralidade nas minhas obras.A Recusa do Tempo é, na verdade, uma grande soma, uma obra em que muitas coisas feitas em tempos diferentes entram juntas em cena. O caráter coletivo dá-se sobretudo com os compositores, como Philip Miller, músico sul-africano que realizou a maior parte dos trabalhos desta exposição. É um movimento dialético entre o particular e o coletivo, mas essas parcerias também geram um grande espaço para que o imprevisível aconteça, as imagens gerando novos sons e a música provocando novas configurações visuais. Devo dizer que também tenho talento para escolher pessoas com quem trabalhar.

Por que você usa ferramentas simples, tecnologias consideradas ultrapassadas, definindo inclusive seus filmes como cinema da Idade da Pedra?
Em primeiro lugar, há a limitação da minha própria capacidade. Para mim, é possível produzir desenhos. Gosto, porém, de mostrar tecnologias e técnicas possíveis, capazes de dar uma sensação de poder. A mensagem é: você pode fazer isso!

Há em seu trabalho uma clara dimensão política, não? Uma maneira um tanto lírica e melancólica de tratar as questões da realidade. Você se considera um pessimista?
Sou pessimista e otimista ao mesmo tempo, porque vejo que esses dois futuros se desenvolvem simultaneamente. Quanto à questão política, eu diria que as dimensões políticas, pessoais e formais combinam-se no espaço do estúdio. É a vida ali que dá sentido a tudo, é lá que as ideias são desmanteladas e reconstruídas. Gosto de pensar no estúdio como uma grande cabeça na qual as ideias brotam, transformam-se, ganham corpo de forma muitas vezes surpreendentes até para mim.

Você poderia falar um pouco sobre De Como Nunca Fui Ministro de Estado, feito a partir do livro Memórias Póstumas de Brás Cubas?
Eu queria fazer um trabalho sobre alguém preso dentro de um livro. As margens são seus limites. Outro aspecto importante é que quis trabalhar com esse livro, que adoro. Li há mais de 20 anos, quando saiu a edição em inglês, e fiquei encantado com como a obra de Machado de Assis tinha uma sensibilidade tão familiar tendo sido escrita há mais de cem anos. Essa é uma das conexões que a arte traz.

FORTUNA
Pinacoteca. Praça da Luz, 2, 3324-1000.
3ª a dom., 10h/18h; 5ª até 22 h. R$ 6 (sáb., grátis).
Até 10/11. Abertura sábado, 11h.

DIscussão sobre o Dispositivo: Agamben –  PDFAganbem

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